Dicas de saúde para meninas

Só para Meninas, um universo criado voltado para elas, dicas de saude, moda, fitness, relacionamentos e tudo que elas gostam de saber Aqui são abordados temas sobre crianças, de 1 ano de idade em diante, tais como etapas de desenvolvimento, saúde, dicas para os pais, atividades e outros. Otites nas crianças As otites são mais frequentes nas crianças principalmente entre os 3 meses de idade e os 3 anos, pois o seu ouvido está ainda em desenvolvimento. restaurante trÊs meninas. inicio. buffet Sobre o Mil Dicas de Mãe. Mães, gestantes e tentantes reunidas em busca de orientações e conteúdo do universo materno. Plataforma de conexão de mulheres que estão vivenciando intensamente a maternidade com outras mães experientes, profissionais da saúde e especialistas para esclarecer dúvidas do dia a dia. oi tudo bom meninas este blog foi criado para compartilhar dicas de saúde e beleza com mulheres espero que gostem chegou a hora de florescer meninas!!!!! Nao seja uma pessoa bonita por fora que quer so receber elogios e algumas cantadas, mas torne-se alguem que tenha algumq coisa a mais a oferecer alem do sorriso… Algumas meninas possuem um metabolismo bem acelerado: elas são capazes de comer qualquer coisa e não engordar um quilo. Por outro lado, outras garotas lutam contra o peso e sempre buscam por um meio eficiente de perder gordura abdominal. Existem várias técnicas para ajudar adolescentes a reduzir as medidas da barriga. ... 9 dicas de maquiagem para meninas orientais Valorize seus traços na hora de fazer a make Por Thais Varela - Atualizado em 17 ago 2016, 16h16 - Publicado em 26 Maio 2015, 12h00 27/mai/2019 - Explore a pasta 'Dicas para emagrecer rápido' de Emagreça Já, seguida por 4385 pessoas no Pinterest. Veja mais ideias sobre Emagrecer, Dicas para emagrecer, Dicas para emagrecer rapido. Alimentação E Saúde Saúde Dicas De Saúde Benefícios Nutrição Benefícios Do Ovo Saúde E Nutrição Alimentos Saudáveis Receitas 10 Benefícios Incríveis do Ovo Para a Saúde - DicaVida Um ovo inteiro contém quase todos os nutrientes necessários para manter o corpo saudável. 31/jul/2020 - Explore a pasta 'saúde' de Hersília Massingue, seguida por 151 pessoas no Pinterest. Veja mais ideias sobre Saúde, Dicas de saúde, Ervas medicinais.

Nice People from past

2020.08.21 17:11 PokerLucky84 Nice People from past

Bom apenas um relato, vou resumir o backgound history que é de suma importância.... quando colocar datas, é para contextualizar a "situação"
2000 - Conheço a Carls
2002 - Entramos para uma federal "perto" de onde morávamos..
2004 - Vamos morar juntos em uma "republica" cada um em um quarto....
2004/2 - No segundo semestre devido a falta de dinheiro vimos que teríamos que rachar um quarto, nesta época rolou "brotheragem" entre eu e a calrs, estávamos Financeiramente fodidos, e a faculdade consumia todo o nosso ser, ja que ela era integral, nos sustentávamos fazendo bicos de garçom e outros)
2007 - conseguimos nos formar, cada um seguiu a sua vida, eu me mudei pra um outro estado, ela voltou para a cidade onde morávamos, Neste 12 anos que ficamos longe ainda mantínhamos o contato, mas a vida cotidiana acaba afastando as pessoas, neste meio tempo ela casou, teve uma filha, divorciou-se mergulhou em uma depressão profunda por anos (onde inclusive foi preciso intervenção para interna-la), ela se recuperou, e algum tempo ja esta reconstruindo a sua vida.
2019/2 - Me recusei a fazer algo inescrupuloso na empresa onde trabalhava por 10 anos, pedi conta, voltei para a cidade natal.
Hoje - Arranjei um novo trabalho no Inicio de 2020, e hoje tenho mais controle sobre todos aspectos da minha vida do que jamais tive morando em SP.
Começa a historia aonde a empresa decide contratar uma outra profissional para ajudar o time B, essa profissional era carls.
A carls é uma mulher de personalidade muito forte, perfeccionista, o que acaba sendo "qualidades" importante para a tarefa que desempenhamos.
No meu time, acabo recebendo muitos novatos e estagiários, pessoal jovem (sim sou boomer) acaba tendo mais energia, e ate a maneira de se relacionar com companheiros de trabalho acaba diferente....
Aqui começa a besteira toda.
antes da quarentena, todo mundo no meu time acabava indo para um happy hour, e de vez em quando carls aparecia, mas as coisas começaram a mudar quando uma guria inclusive é filha de um amigo nosso começou a trabalhar para gente.
Numa dessas compartilho um stories onde a "guria" e o resto do time esta comemorando um importante marca que atingimos. então ela me chama no privado e manda uma mensagem
-Sua esposa sabe disso?
-Ola Carls, Bom dia, sabe de que?
-Voce de rosto coladinho com a varls filha do john.
-ué.... o que que tem isso?
-ela não se importa?
-não, deveria?
-voce tem que se dar o respeito, voce é chefe deles....
(nesta hora pensei em dar uma reposta mais brusca, mas decidi levar o papo na moral.)
-Olha carls, Chefe, é o brals, eles são minha equipe, eles são foda pra caralho no que fazem, são excelente pessoas, não sei porque voce pensa desse jeito, mas não ligo.
-ahh poker(eu), eu nao confio em estagiários, e também não confio em homens...
-pera ai, o que tem uma coisa a ver com a outra.
(neste momento ela da uma pausa longa e depois continuou)
-é realmente isso não é da minha conta, mas se fosse eu, eu não faria isso.
-calrs, que inferno, o que voce esta falando?
(nesta hora eu entendi, só queria ver o que ela iria falar, o negocio pegou foi porque ela achou desrespeitoso eu tirar uma foto com a varls, naquela epoca fiquei sabendo que a varls estava quase namorando com o ex marido da carls, por tabela ela achava que varls estava dando em cima de mim).
-poker voce tem que ter mais cuidado com o jeito que voce trata os seus subalternos (sim ela disse essa palavra), principalmente as meninas, se não vai ser desrespeitoso com sua esposa.
(como eu disse la em cima, minha esposa não se importa, chegamos ao um nivel de confiança um no outro que sabemos aonde estão os limites, nessa hora soltei os cachorros)
-Carls, olha não tenho culpa se por acaso voce casou com fulano e na epoca ele era um FDP que te deu um pé na bunda depois que voce teve depressão, eu não iria me envolver com alguem do trabalho, ou qualquer outra pessoa, não foi porque a gente fodia quando jovem e eramos livres que eu vou repetir esse comportamento aqui, eu acho que voce tem que cuidar da sua vida, nada mais que isso.
nesta hora o selo de nice girl veio.
-nossa voce se acha a ultima bolacha do pacote né? se enxerga filho, eu fui a mulher mais bonita que voce ja ficou.
(realmente ela continua extremamente bonita, mas ela não conseguiu conectar-se a alguem para entender que beleza não faz companheirismo, ou te da força em horas difíceis)
-realmente carls, o problema é que voce não viu que beleza não preenche caráter.
-vc ta me chamando de sem caráter poker.....
(aqui vou poupar voces das coisas que ela me disse, porque algumas são +18, mas é aquele mix, de sempre, sou muito bonita, sua esposa é feia, varls é feia, voce deveria ter me chamado para namorar naquela epoca, sou uma profissional muito melhor que voce, voce esta fardado a ruir).
-carls se voce esta infeliz na sua vida pessoal, olha.... não vem descarregar essas merdas na minha, to na nice, to tranquilo, felizão com o meu trabalho, se vc tem algum problema pessoal com alguem da minha equipe, vai la e fala pra pessoa no pós expediente, desculpe se eu não tive uma vida fodida como a sua, que não tive uma pessoa que me tratou como merda, e que sou realizado profissionalmente, olha vou te tratar normalmente e fingir que isso aqui nunca ocorreu, em respeito pela amizade e todas as merdas que passamos juntos no passado.
- ai voce joga a minha depressão na minha cara como se fosse culpa minha....
(nessa hora eu ja vi que tinha descarrilado o trem, simplesmente relevei e disse)
-caso você não saiba ler, disse para voce não vir descontar suas frustrações em mim, e te dar a dica, o plano de saúde da empresa tem terapeuta ta?! da uma passada lá, porque da pra ver que voce tem uma lista de coisas não resolvidas na sua vida.
Dias depois ela pediu uns dias, hoje teve uma reunião (agora a pouco na verdade) ela se quer me olhou na cara....
PS:Eu tenho os prints dessa patacoada toda, mas tenho quase certeza que a filha dela assiste o luba, e possivelmente conhece o sub.
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2020.07.16 16:29 fobygrassman ESPOSAS INSATISFEITAS SÃO MELHORES QUE GAROTAS DE PROGRAMA

ESPOSAS INSATISFEITAS SÃO MELHORES QUE GAROTAS DE PROGRAMA
Esposas infiéis são mais duradouras, limpas e autênticas do que garotas de programa
Esqueça garotas de programa transando nunca foi tão fácil! De uma dona de casa traidora real.
As mulheres casadas NÃO estão procurando relacionamentos, elas já estão nelas, estão procurando parceiros discretos e divertidos para reacender e explorar sua sexualidade.
As garotas de programa estão sempre procurando extrair mais dinheiro de você. Você nunca sabe com quem eles acabaram de fazer sexo e isso torna impossível também fazer sexo apaixonado com eles.
Quantas vezes você ficou com tesão e decidiu pedir uma garota de programa? Então, depois de ter um encontro decepcionante, lamento totalmente gastar tanto em ganhar pouco!
Sempre que você liga para uma garota de programa, está jogando. Jogando com sua saúde e com sua experiência.
Ela será parecida com as fotos dela?
A mesma garota das fotos vai aparecer?
Ela será anti-higiênica?
Ela será hostil?
Ela vai tratá-lo com um mau atendimento ao cliente?
Eu sei o que você está pensando,Eu sei o que você está pensando,
MAS AS MENINAS DE CHAMADA SÃO MUITO MAIS SIMPLES!
Não é verdade!
Sim, uma garota de programa fica a apenas uma ligação, mas toda vez que você a vê, paga. Você paga com dinheiro suado. Pense em quanto tempo você precisa trabalhar para pagar por uma garota de programa.
10 horas?
20 horas?
Portanto, nenhuma garota de programa não está a um telefonema de distância, elas têm +10 horas de trabalho E uma ligação de distância.
Além disso, as garotas de programa não se importam com você ou precisam de você.
Depois de conhecer uma esposa realmente insatisfeita e dar a ela a atenção que lhe falta, você experimentará a diferença entre uma garota de programa e uma mulher de verdade.
Esposas insatisfeitas são gratas por encontrar um homem que possa agradá-las!
As esposas infiéis têm todos os benefícios e nenhum dos problemas das garotas de programa:
Conhecer as preferências sexuais do seu parceiro = melhores experiências sexuais
O envio de mensagens maliciosas acelera sua semana de trabalho;)
Verdadeira paixão e emoção de ambos os parceiros!
Limpo, Seguro e Legal.
Não constantemente tentando manipular você.
A verdade é que as mulheres ficam excitadas quando estão se escondendo e tendo encontros secretos. Esposas insatisfeitas querem ser suas garotas de programa pessoais, mas elas precisam de um pouco de incentivo e você precisa incentivá-las de uma maneira elegante e elegante.
Você não pode tratar mal as esposas infiéis da maneira que pode com uma garota de programa, mas elas também não o tratam mal como uma garota de programa. Eles não vão contar o relógio quando estão com você.
Se você acha que encontrar uma mulher casada sozinha é ainda mais difícil, pense novamente.
Você não pode ser um idiota e acha que atrairá uma mulher casada para ser sua garota de programa pessoal.
De fato, existem dicas e truques para encontrar um o mais facilmente possível aqui >>
Siga estas etapas simples e você encontrará uma esposa insatisfeita e fará dela sua garota de programa pessoal em menos de uma semana.
VOCÊ PRECISA SE INSCREVER NO ASHLEY MADISON SE QUER ENCONTRAR MULHERES INFELIDAS
E lembre-se de que você pode repetir essas etapas e encontrar uma nova esposa traidora sempre que quiser!
  1. Tire uma boa foto de si mesmo. Não precisa incluir seu rosto, pode ser discreto. Muitos perfis em ashley madison não têm fotos de rosto públicas (geralmente em sua galeria de fotos particular). Esta imagem pode ser do seu corpo ou você de fato bem ajustado (sem o rosto).
  2. Escolha um nome de usuário atraente! Esta é a primeira coisa que as mulheres veem depois da sua foto. Escolha algo descritivo ou divertido.
  3. Destaque sua necessidade de discrição. Isso aliviará as preocupações das mulheres sobre sua própria discrição.
  4. Crie uma mensagem de introdução bem pensada que você possa enviar para muitas mulheres.
  5. Torne sua galeria privada irresistível. É aqui que você inclui suas melhores fotos.
  6. Configure uma data discreta!
Traindo esposas vs garotas de programa Todos nós procuramos garotas de programa no google. Mas existe uma enorme lacuna entre ponderar e pesquisar na web a sua garota de programa mais próxima. Existem vários, mas eles são extremamente estigmatizados - por razões óbvias. Garotas de programa não são para todos, mas o sexo certamente é. Por isso, seria melhor encontrar uma alternativa para garotas de programa. Criamos um substituto para as garotas de programa, para aquelas que estão interessadas em saber como a alternativa funciona. Espero que minha experiência e discernimento possam lhe dar uma ou duas coisas para questionar, e talvez até abrir você para garotas dispostas a dormir com você gratuitamente! Por que você deve procurar alternativas para escoltar serviços? Se você ouvir alguém se gabar de uma escolta, precisará sentar esse homem e ter um momento de clareza. Mas deixe esse argumento de lado, posso escrever um romance inteiro para você. Deixe-me começar com algumas dicas. As acompanhantes são desassociadas Não é incomum pagar por sexo, mas é ilegal na maioria dos países e ajuda uma indústria bastante cruel a tirar vantagem de membros da sociedade desprovidos de frustração. Acompanhantes NÃO GOSTAM DE VOCÊ Este é o meu argumento número um por não dormir com acompanhantes. Eles não teriam dormido com você se você não pagasse. Eles não gostam necessariamente do sexo ou querem vê-lo ligado. Geralmente é por isso que gosto de sexo - porque me excita vê-la gostosa e gostosa quando ela olha para mim. Acompanhantes não são higiênicos Os acompanhantes dormiram com toneladas de homens. Pense em quantos homens a garota de programa que você está vendo dormiu naquele DIA! Se você vir uma garota de programa ou uma acompanhante às 20h, provavelmente já dormiu com pelo menos dois homens antes daquele dia. Imagens falsas As acompanhantes raramente aparecem em suas fotos. Você tem sorte se a mesma mulher aparecer. Você pode dizer que isso também pode acontecer em um site de namoro ou em uma sala de bate-papo para adultos, mas eu diria que a probabilidade de ser "pescada" por uma mulher em um site de namoro é menor do que por uma garota de programa. A maioria das acompanhantes encontra-se com suas imagens. Com segurança Eles afirmam ser seguros e testados todos os dias, mas você nunca pode ter certeza. Isso significa que qualquer homem que não seja estúpido usará camisinha 100% das vezes que dorme com uma garota de programa ... e todos sabemos que preservativos não são divertidos.
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2020.07.02 20:08 joiasemfocoseo 4 cuidados essenciais para uma PELE PERFEITA

4 cuidados essenciais para uma PELE PERFEITA


Hoje nosso assunto é sobre pele, beleza feminina. E quem ai não quer ter a PELE PERFEITA? Então vou lhe ensinar 4 cuidados básicos e essenciais, que vão deixar sua pele maravilhosa.
Dica 1, faça o skincare, que nada mais é que a limpeza da pele. Lavar o rosto, aplicar tônico, água micelar e pra complementar, o hidratante. O ideal é que esses procedimentos sejam feitos todos os dias de manhã e a noite, para limpar, tratar e hidratar a pele.
Dica 2, usar o produto adequado para seu tipo de pele. Isso parece básico, mas é muito importante. Por exemplo, se você tem a pele oleosa, evite usar produtos que tem muito óleo em sua composição, pois vai deixá-la ainda mais oleosa.
Da mesma forma pra quem tem a pele seca e não usa produtos adequados, eles podem ressecar mais sua pele, ou não hidratar o tanto que precisa. Então você identifica o melhor produto para seu tipo de pele, e passa a utilizá-lo, sua pele agradece ficando mais bonita.
Dica 3, usar protetor solar. Outra dica simples e básica, mas ao mesmo tempo tão importante. O protetor solar não é um item de beleza e sim de saúde, protegendo a pele do sol, dos raios solar, das luzes artificiais e mantendo nossa jovialidade.
Existem vários tipos, com cor, sem cor, pra ele oleosa, com valores mais baixos, mais altos. Enfim, para todos os gostos e condições, com certeza tem um protetor solar que vai te deixar bonita e proteger a beleza da sua pele.
Dica 4, tirar a maquiagem. Eu sei meninas, fazer maquiagem dá um trabalho, deixa a gente não linda que não dá vontade de remover, mas é necessário.
A pele precisa respirar, quando vamos dormir é o momento ideal para ficar sem a maquiagem. Então sempre faça a remoção da maquiagem, para manter sua pele bonita. Afinal, maquiagem nenhuma segura pele feia, não é mesmo? rs.
Essas são dicas resumidas de um vídeo que postamos em nosso canal falando mais sobre como ter uma pele maravilhosa, confira em https://youtu.be/LgFr7Y06Uqg
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2020.06.15 00:34 jessy-autumn Tretas com amigos

Então. Existia um grupo no facebook sobre tema X. Mas lá era um poço de chernobyl puro com muita gente defendendo ideias erradas (nazismo, racismo, machismo) etc. Aí um amigo meu resolveu criar um outro grupo que seria com o mesmo tema, só que sem poder entrar pessoas assim lá. Só que ele colocou uma guria como moderadora que era bem desse grupinho que falava essas merdas e tal. Só que no início do ano eu já tinha tretado com essa mesma garota. Eu sei que a história vai parecer estranha pq ela é estranha até pra mim, mas foi assim: eu conheci um cara pela internet que também gostava desse tema. Por conta disso eu coloquei ele nesse grupo pq tinha esse tema. Só que aí ele conheceu essa menina e chamou ela pra sair e eles ficaram. Só que eu só tava sabendo que eles tinham saído, não sabia que tinham ficado. Aí um dia eu tava batendo papo com um pessoal desse grupo pelo google hangouts e acabou que só ficou eu e uma garota. Naquela época eu era muito tímida e com muitos problemas de autoestima pq sempre me chamaram de feia, etc, então eu tinha muito receio de mim mesma. Então eu comentei com essa mulher que aquele cara que eu tinha conhecido pela internet tava me chamando pra sair (vou chamar o cara de Bruno). Só que a mulher começou a debochar de mim, perguntar se eu tinha certeza, se não era invenção minha, se eu não tava me iludindo e etc. Eu fiquei sem entender o que estava rolando e perguntei pra ela o porquê dela estar falando aquelas coisas. E então ela me disse que o Bruno já estava ficando com a amiga dela e que a amiga dela tinha dito que ele tava muito apaixonado por ela. Aí eu pensei que deveria ser a garota que o Bruno tinha dito que tinha chamado pra sair (vou chamar ela de Pâmela). Pra ter certeza de que aquilo não era só fofoca, eu fui perguntar pro Bruno se ele tava mesmo ficando com a Pâmela, até porque a garota do hangouts falou tanto que eu estava me iludindo que eu passei a achar que fosse isso. Quando eu perguntei pra ele, ele disse que realmente tinha ficado com ela, mas que só via ela como amiga. Mai pra frente eu vi ela insinuando no grupo de que eles estavam ficando. Aí eu resolvi conversar com ela pra saber se eu não tava entendendo errado e ela me confirmou isso, mas achou que eu estava tentando roubar o ficante dela.
Isso tudo foi em janeiro. No início de fevereiro esse meu amigo criou esse grupo e me colocou junto com a Pâmela na moderação. Eu quis sair, mas ele insistiu para eu ficar. Então a Pâmela do nada começou a acusar várias pessoas dali de serem fakes de um ex-namorado dela. Mas ela fazia isso de um jeito muito estranho, algumas pessoas visivelmente não era fakes. Então eu quis me abster nessa situação, mas aí o meu amigo começou a insistir que eu deveria excluir aquelas pessoas, mas eu não quis e disse que se ele queria agradar ela era só ele fazer isso, já que ele era administrador do grupo. Ele deu um tremendo piti e saiu do grupo, ficou só eu e outros moderadores e logo a Pâmela tbm saiu.
Voltando pra história com o Bruno, mesmo com os problemas que tiveram, eu continuei mantendo contato com ele e a gente ficou em Abril. Mas depois disso ele começou a ser escroto comigo e eu decidi interromper minha amizade com ele.
Um tempo depois um amigo meu desse grupo veio pra minha cidade e a gente marcou de se ver. Mas como eu tinha medo de ir sozinha, eu chamei mais gnt do grupo que era da mesma cidade. Até porque eu não ia poder comentar com gnt da minha família de que eu ia me encontrar com gnt da internet. Sei é que eu chamei um guria que eu vou chamar de Paula pra ir no encontro. Até que meu amigo me mandou uma mensagem dizendo que tinha chamado a Pâmela pra ir junto. Eu comecei a dar pra trás por toda a treta que já tinha dado, mas ele insistiu e disse que não tinha problema. Então eu resolvi ir, mas avisei que ia levar a Paula junto e a Pâmela ficou brava, me perguntou se eu tinha um plano fazendo isso, só que na real eu tinha chamado a Paula antes de saber que ela ia. Resumindo as coisas: eu e a Paula fomos e ela inventou uma desculpa e nem foi.
Voltando ao Bruno: eu ainda mantinha contato com ele, mas pedi que não chamassem ele pq eu ainda tava chateada com a forma como ele vinha me tratando. Depois eu mesma fui conversar com ele sobre isso e ele só me tratou mal. Mas mais pra frente eu resolvi voltar a amizade com ele (pq na época eu era burra e dependente dele, nem sei o pq).
Sei é que passou-se uns meses e ele veio falar comigo dizendo que queria me pedir desculpas por estar sendo grosseiro comigo e que tudo era culpa da Pâmela e que ela é que tinha feito ele pensar mal de mim. Nesse tempo eu já tava cansada de tudo, mas resolvi ir conversar com ela. Sei é que ela me deu block sem falar nada e eu resolvi dar block no Bruno tbm pq não queria mais ficar em tretas.
Sei é que o tempo passou e em maio do ano seguinte (2017), ela fez um post num grupo em que eu tava dizendo que sabia que eu falava mal dela pelas costas e que se eu tivesse coragem era pra falar na frente. Eu só fiquei sabendo pq uma pessoa tirou print e me mandou. Aí eu fui lá e fiz outro tópico chamando ela pra briga (rsrs) e a gente trocou farpas, ela fez um vídeo falando várias mentiras sobre mim e depois me deu block de novo.
Mas essas história toda me atingiu de um jeito que eu não imaginava. Eu fiquei triste real com tudo, até porque ela mexeu com muita coisa ruim do meu passado (como a baixa auto-estima que eu tinha na época). Além disso, eu considerava algumas pessoas de lá como minhas amigas de vdd. Eu sei que talvez seja louco ser assim com gnt da internet, mas eu tinha um problema de saúde bem grave e tenho problemas com a minha família, então eu usava muito aquilo como escape. Eu sei que eu me senti muito humilhada e vi que aquelas pessoas não era bem minhas amigas pq a maioria virou as costas pra mim.
Eu só queria alguma dica ou ajuda pra esquecer isso tudo pq isso sempre volta na minha mente, não sei o pq. Eui realmente não consigo esquecer, sério mesmo.
Agradeço se alguém conseguiu ler tudo xD
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2020.06.07 00:54 SrGuel Não sei bem em qual categoria de história essa que vou contar se encaixa, mas vamos lá

Olá turma, chat, papelões, editores, Luba e quaisquer um que ache que não se encaixe em nenhum desses. Vou contar a história de como uma ex falou da minha atual e no final atual se mostrou ser quem minha ex tinha falado.
Primeiro preciso contextualizar a história, eu me envolvi com uma guria (a Calrs) e sempre que ela estava sozinha ia para a casa dela, assistíamos Netflix (realmente assistíamos), dançávamos e zuávamos, ela realmente era uma garota interessante para mim, mas acabamos nos afastando (por conta de que eu acabei virando um amante, eu sei fui muito babaca e mereci ter me ferrado) depois que volto a falar com ela, descubro que ela estava prestes a se casar, apesar de eu gostar dela estava super feliz por isso, estava dando dicas para ela e tal, mas é ai que a história começa a desandar.
Conheci uma pessoa (a Farls) muito top, muito gente boa e, que eu acreditava ser de boa índole, essa minha ex (Carls, que está em Portugal) me mandou uma mensagem um tanto babaca em relação a moça com quem eu estava, era uma mensagem com um teor racista e com xingamentos, na hora eu defende a pessoa com que eu estava, não iria deixar ela falar aquelas coisas, passados alguns dias a pessoa com quem eu estava conhece um dos meus amigos, acabo por falar com ela para se afastar dele, pois ele estava pedindo "dicas" para poder se aproximar de uma menina que ele gostava, mas estava na cara que ele estava dando em cima dela, ela me disse que iria se afastar; pouco tempo depois eu estava envolvido em um projeto, estava montando umas coisas de sócio e, para chegar em um resultado precisaria fazer umas coisas (nada de ilegal, mas que se os outros soubessem iriam desaprovar) o projeto fica pronto e estávamos todos feliz, durante a execução desse projeto eu terminei com ela, tinha que organizar minha vida antes de um relacionamento, eu estava passando por uns problemas de saúde com minha família e não poderia dividir atenção agora, então para não acabar ignorando Farls, terminei. Quando falta um dia para o projeto sair, num sábado, ela me manda uma mensagem dizendo "Sabe alguma novidade da sua vida?" eu sem entender perguntei qual era, ela não me disse nada, fiquei irritado, não gosto que alguém comente algo que vai acontecer na minha vida assim, mas na hora não fui atrás de me precaver, na segunda a bomba estourou, ela havia dito o que tinha acontecido para a mulher de um dos meus sócios, que simplesmente me tirou de tudo, me mantive tranquilo, mas ao chegar em casa eu vi uma foto dela com o garoto que eu disse para se afastar em uma das redes sociais dela, e pela forma que estavam eles já estavam juntos a mais tempo, só tínhamos terminados a uma semana.
Bem minha ex (Calrs) estava certa sobre quem essa guria era, deveria ter dado ouvidos? Atualmente Carls esta casada, mas me disse que está a ponto de terminar, estou dando conselhos a ela sobre como ela pode mudar o quadro do seu casamento, ainda gosto dela, mas quero vê-la feliz. Já Farls vive a postar fotos com o namorado dela, mas ainda se utiliza de toda a estrutura de marketing que eu montei para que ela se tornasse uma pessoa famosa, os 26k de seguidores dela agradecem a minha passada pelo insta dela, ela usa o método que eu desenvolvi para que ela ganhe dinheiro online, mas ferrou com um projeto meu apenas por bel prazer. Bom eu atualmente estou sozinho e tentando me reconstruir, ñ o coração os projetos mesmo. É issu, vlw flw. Menor que três.
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2020.06.03 23:06 Chacal_anonima Só queria poder voltar a ser quem eu era.

Olá, primeiramente espero que você e todos àqueles que você ama estejam bem e seguros nessa quarentena. É ela que está me fazendo refletir nesse momento sobre os danos que a faculdade me trouxe. Desde criança eu sofro bullying na escola, porque eu era uma pessoa muito tímida, que só usava rabo de cavalo, não conseguia brincar com os outros, fazia todos os trabalhos e sempre tirava notas boas nas avaliações. Isso me rendia vários apelidos, exclusões, brincadeiras de mau gosto, etc. Hoje, na faculdade de licenciatura, não sou tão tímida, mas continuo fazendo todas as minhas obrigações como estudante (estudo, faço os trabalhos, pesquisas, tarefas, tudo) o melhor que posso, conseguindo manter minhas notas altas em todas as matérias. Como disse, vejo tudo isso como uma obrigação, ainda mais porque a faculdade não é obrigatória, então você decide ser um estudante ali. Logo tem que estudar, aproveitar e aprender, no meu caso para transmitir conhecimento para os futuros alunos. No entanto, quase todos da minha turma não estão dando a mínima pros estudos, são irresponsáveis, colam nas provas, nem sequer se preocupam com as formatações dos trabalhos, fazem plágio, ficam lendo os slides nas apresentações, e já tem 2 anos na faculdade com professores orientando e dando as dicas sobre como seguir normas do meio acadêmico. Os trabalhos em grupo, literalmente, estão me matando. Por mais que eu faça a minha parte com muito carinho, forneça materiais de consulta confiáveis para referência que achei durante minhas pesquisas, auxilie quem não sabe como fazer, tente conversar sobre o trabalho pra decidir detalhes... Ninguém me dá ouvidos, me ignoram, dizem que ainda é cedo, e deixam pra fazer de última hora, pegando um blog qualquer da internet, copiando e colando. Com isso eu fico nervosa e preocupada quando tem apresentações. Não dá tempo de corrigir e estudar tudo. Todo meu esforço vai por água abaixo, tenho que entregar um trabalho mal feito e torcer pra eles não improvisarem a apresentação também. Espero notas ruins e morro de medo de reprovar.
Não durmo. Meu coração acelera. Me falta ar. Começo a tremer.
Tive que começar a tomar remédio para ansiedade. Fui parar no hospital depois de uma dessas apresentações e tiveram que me injetar um relaxante para conter a crise. Isso me traumatizou muito. Cheguei a comentar com uma menina da minha sala sobre como eu estava e ela me disse "NOSSA, ISSO É PERIGOSO, VOCÊ VAI MORRER". Já estava sensível e ouvir isso foi terrível. Ela continuou me explorando, sem a menor empatia comigo, deixa tudo nas minhas costas nos trabalhos, mesmo sabendo como eu fico.
Eu mudei. Nem sei mais se quero continuar com meu sonho. Quando o trabalho é em grupo não tenho prazer algum em fazê-lo. Não me importo em aprender. Porque sei que estou ajudando várias pessoas com nota e eles nem sequer podem cooperar com nada, estão saindo de lá do jeito que entraram. E eu acabo com minha saúde fazendo a parte dos outros, corrigindo tudo sozinha, preocupada se tudo vai dar certo. Que profissional vão se tornar? Não conseguem escrever um relatório de aula prática ou fazer uma pesquisa. Como vão preparar as aulas e corrigir os relatórios dos alunos?
Quando voltarmos, não sei o que fazer, se eu continuar fazendo tudo sozinha vou me matar aos poucos, tomar mais e mais drogas. Acho que terei que fazer como eles, deixar a faculdade de lado e jogar a culpa no meu "emprego que não me deixa ter tempo". Ser quem eu não sou.
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2020.02.26 21:37 CommissionerTadpole Dicas em como conseguir trabalho no exterior? (Ou pelo menos como sair de uma família tóxica)

Bom dia, peço perdão em adiante pelo post extremamente longo. Esse thread é meio que uma mistura de uma pergunta com um desabafo.
Eu sou uma menina trans de 20 anos, convivendo em um ambiente não muito saudável à saúde mental; para resumir, meu pai apresenta condições bipolares e narcisistas, e morar com ele é comparável com dormir com uma bomba-relógio embaixo da cama, pois ele costuma explodir de raiva por motivos pequenos, e algumas vezes nem por minha culpa, simplesmente querendo descarregar o estresse do trabalho em cima de mim, e isso sem falar de vários casos de abuso psicológico que vêm acontecendo desde 2004. Também não ajuda que os meus pais são da moda antiga, onde a palavra deles é a Lei desde que eu esteja morando em baixo do teto deles, e falam que lívre arbítrio e independência não são um direito humano, mas sim um privilégio que eu não mereço ter.
A questão é que eles pegam isso e transformam em um catch-22; eu não tenho direito de conduzir minha própria vida pois eu ainda moro na casa deles, mas eu não posso sair da casa deles e ter meu próprio emprego pois eu não o direito de conduzir minha própria vida, já que eu ainda estou morando na casa deles... consegue ver o que isso implica? Eu já tenho qualificações para ter um trabalho que não seja de salário mínimo, pois eu fiz ensino médio em uma escola técnica federal (especificamente, um curso de informática, pois desde quando entrei já era meu sonho desenvolver meus próprios jogos), e logo sou formada como técnica de informática. Também sou fluente em inglês. Mas meu pai age como se eu não tivesse formação alguma, e sempre me ameaça a me pôr para trabalhar em um emprego de salário mínimo e péssimas condições (como pedreira, britadeira e outras do tipo) quando eu não cumpro as expectativas dele.
Basicamente, estou sendo forçada a fazer uma faculdade, queira eu ou não. Embora eu veja a faculdade como sendo algo importante, eu não consigo me ver indo bem em assuntos acadêmicos já que eu estou completamente gasta devido às pressões psicológicas que meu pai vêm pondo em mim (e o fato que minha mãe e o resto da minha família simplesmente ignoram o que acontece e dizem que eu só estou exagerando tudo), e também não ajuda o fato que fui praticamente roubada de uma oportunidade de ter ido a Portugal no fim do ano passado para meus pais conseguirem me por na faculdade, que só me fez sentir ainda mais presa e isolada. (Sem falar que meu pai simplesmente fica com muita raiva de mim quando eu menciono como fiquei triste sobre não poder ter ido para lá.)
Eu fiquei de saco cheio e cheguei ao meu auge essa semana, quando meu pai literalmente me ameaçou quando eu disse que não estava satisfeita com a faculdade e estava pensando em sair. Estive considerando pôr meu diploma de informática em uso e ver se eu conseguia algum emprego para me desgrudar da minha família (apesar de não ter gostado muito do curso, mas imagino que deve ter sido pelas mesmas condições que não estou gostando da minha faculdade: a depressão que sofro por causa da minha situação). Mas há vários problemas que me impedem de fazer isso diretamente.
Para início de conversa, eu francamente tenho que confessar que eu não faço idéia de como eu iria procurar e conseguir um emprego, ou até onde eu deveria começar à procurar, já que, em sua missão de me deixar perpetuamente dependente deles, meus pais nunca me ensinaram como fazer isso. Não é exagero; desde o ensino médio, quando tive que fazer estágio, meu pai me proibiu de fazer estágio em uma companhia - seja remunerado ou não - e me obrigou a fazer estágio dentro da minha própria escola, mesmo com os professores e conselheiros da escola avisando ele que não recomendavam fazer isso já que atrapalharia minhas oportunidades de conseguir um emprego no futuro devido a eu não ter um portifólio decente. (De fato, eu lembro que, no meu aniversário de 15 anos, quando comentei sobre a possibilidade de eu ter meu próprio trabalho e minha própria casa, meu pai riu da minha cara e disse que nunca iria deixar eu me mudar para fora da casa dele.)
Literalmente a única coisa que eu sei é que é possível agendar a carteira de trabalho online e que não custa dinheiro fazer isso (sendo que meus pais me disseram o oposto), mas também não sei direito como funciona o processo. Também ouvi falar sobre o LinkedIn, mas não conheço muito a respeito.
O outro problema é que, francamente, eu gostaria muito de conseguir uma oportunidade de emprego no exterior. (Preferencialmente em Portugal ou na Irlanda, já que gosto desses dois países.) Sei que isso torna as coisas muito mais difíceis e que eu deveria me concentrar mais em me safar da minha situação atual, mas há varios motivos por trás desse desejo meu... e dentre todos eles, dois deles se destacam:
• Salário. Não há segredo que a economia daqui está em um péssimo estado, e francamente, com eu só tendo um diploma de ensino médio e não tendo saúde mental para conseguir terminar a faculdade ou estudar para passar em um concurso público enquanto ainda estiver nessa situação, eu tenho medo se só conseguir um trabalho com salário mínimo que torne impossível eu ter dinheiro o suficiente para comprar ou alugar minha própria casa, ou que me acabe me forçando a viver perpetuamente na margem da pobreza. Claro, seria melhor que viver sofrendo de abuso doméstico, mas nessa situação, seria essencialmente trocando um mal pelo outro. Na Europa, não só o Euro está em uma situação muito melhor que o Real (que significa que até salário mínimo lá vai render mais do que o salário mínimo daqui), mas Portugal e Irlanda estão precisando muito de gente na área de informática, então seria muito mais fácil eu ter um emprego que pague bem lá comparado com aqui. (Sem falar que eu quero muito ter um Nintendo Switch e um 3DS/2DS, e ambos custam uma fortuna aqui no Brasil sendo que são muito mais baratos lá na Europa)
• Segurança. Tem o argumento óbvio de que lá tem muito menos crimes que aqui no Brasil, mas o que mais me atrai é a respeito de crimes de ódio. Como eu mencionei lá em cima, eu sou trans. Não fiz a transição ainda pois meus pais são conservadores e jamais iriam aceitar isso, mas caso eu me mudasse para fora da casa deles mas ainda continuasse morando no Brasil, eu ainda não iria poder fazer a transição pois não iria me sentir segura aqui, dentre todos os inúmeros crimes de ódio contra pessoas trans que vêm acontecendo aqui. (Sem falar que eu não arriscaria a possibilidade de acabar sendo demitida caso meu hipotético chefe seja uma pessoa preconceituosa.) Além de finalmente poder escapar dos abusos psicológicos e emocionais que meus pais vêm fazendo acima de mim, um dos maiores desejos que eu tenho à respeito de cair fora daqui é poder finalmente assumir o corpo e o nome que eu quero ter, algo que eu simplesmente não consigo me ver sendo capaz de conseguir se eu continuar aqui.
Além desses dois motivos principais, há vários outros motivos que me fazem querer me mudar para o exterior, como por exemplo, dificultar os meus pais de irem atrás de mim para ficar me importunando, e também o fato de lá ter um clima muito mais frio que o nosso (eu ODEIO o calor e sou uma masoquista em relação ao frio).
Mas enfim, o problema é que eu não sei se conseguir um trabalho nesses dois países seria fácil, ou até possível na minha situação atual. Eu não tenho passaporte, e nem um visto. (Eu ouvi falar que Portugal criou um visto específicamente para atrair brasileiros formados na área de informática, mas eu não sei como funciona o processo para obter esse visto, ou se inclui pessoas formadas no ensino médio-técnico ou apenas no nível superior.) Não sei se o processo para conseguir um emprego no exterior pode ser feito online mesmo não estando nesses países, ou se eu precisaria ir para lá primeiro. Não há muita informação à respeito disso.
Normalmente, o caminho lógico seria tentar conseguir um trabalho aqui primeiro para me livrar da minha família, e então juntar dinheiro para conseguir comprar um passaporte e pagar uma passagem de avião sem ter que depender de doações online. Mas, novamente, eu não sei se possuo uma qualificação boa o suficiente para conseguir um trabalho na área que pague o suficiente para eu conseguir sobreviver (seja aqui no Brasil, ou lá na Europa), e não muda o fato de que não sei como funciona o processo de aplicar para conseguir um emprego. (Novamente, tanto aqui quanto lá.)
Por acaso vocês poderiam me dar algumas dicas e esclarecimentos sobre o que eu devo fazer, tanto para conseguir um trabalho aqui quanto para conseguir me mudar para o exterior? (inclusive se dá para eu, por exemplo, conseguir emprego em uma empresa multinacional e depois pedir transferência para uma filial em outro país)
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2020.01.03 19:49 haykenz 5 dicas de terapeutas para ser mais feliz em 2020

Começo de um novo ano e o que não falta são resoluções para os próximos 365 dias focadas em evolução pessoal.
Se a sua saúde mental e emocional tomaram papéis secundários em 2019, nada melhor do que esse momento para priorizá-las.
Nosso estado mental e emocional governam boa parte de nossas vidas; relacionamentos, trabalho, saúde, e, portanto, melhorá-las deve sim estar no topo da sua lista de objetivos para 2020.
Abaixo estão listadas 5 dicas mais comuns que os terapeutas recomendam (na verdade são 11, mas coloquei só 5 aqui para não ficar longo, se quiserem ver as outras 6 tá nesse link).
Quem sabe alguma delas pode te ajudar a mudar a sua vida!

1. Foque em dominar uma ansiedade sua

“Destaque uma meta de selecionar um tipo de ansiedade que te impede e se comprometa (de verdade) a eliminar esse medo. Trate-o como se fosse o inimigo número um.” — Forrest Talley, psicólogo clínico
Talvez você tenha tido medo de dizer aquilo que pensava naquela reunião. Talvez você tenha se preocupado demais com a rejeição antes de chegar naquela menina. Talvez você tenha receio de iniciar uma conversa difícil com aquela pessoa tóxica com quem você convive.
Escolha um tipo de ansiedade, foque completamente em conquistá-la, defina uma recompensa para se dar ao finalizar essa tarefa.
“O ponto a ser lembrado é que muitas vezes a felicidade é encontrada do outro lado de uma porta protegida por nossas ansiedades.”

2. Invista em relacionamentos de qualidade

“Se você deseja ter uma boa saúde mental e física a longo prazo, primeiro precisa verificar se possui relacionamentos amorosos e significativos. Se não tomarmos cuidado, acabaremos dando o nosso melhor em lugares que não são bom para a nossa saúde mental. Estudo após estudo constata que relacionamentos significativos e amorosos são bons para nossa saúde mental e física”. — Kevin Gilliland
A sugestão aqui é escolher uma pessoa que você goste, admire, cuja dinâmica da relação seja recíproca, e invista em passar mais tempo com ela, independente se ela for uma parceira, uma amiga, uma parente.
Para aqueles que acreditam não ter amigos próximos o suficiente, a dica aqui é conhecer a maior quantidade de gente o possível sendo ativo em grupos, adquirindo novos hobbies, experimentando atividades novas, e, quando conhecerem as pessoas que queiram formar laços mais profundos, sejam pacientes e consistentes em manter o contato com elas.

3. Diga boas coisas a si mesmo

Ajustar algumas das coisas que você diz para si mesmo pode te ajudar a reformular pensamentos. Uma sugestão é dizer uma coisa que você acha positiva em você, para si mesmo no espelho logo que acordar.
Parece brega, eu sei, mas vale a pena tentar.
“Em vez de sempre focar no negativo, mude seu diálogo apenas para resultados positivos. Por exemplo, em vez de dizer ‘Se eu conseguir esse emprego’, mude para ‘Quando eu conseguir esse emprego”. — Roseann Capanna-Hodge, pediatra expert em saúde mental e psicóloga

4. Encontre uma atividade de evolução pessoal e priorize-a

A recomendação da cofundadora do The Chelsea Psychology Clinic, Elena Toroni, é para escolher uma atividade focada na sua própria evolução pessoal e praticá-la de forma regular.
“O objetivo de saúde mental mais impactante que uma pessoa pode estabelecer ,é o compromisso de encontrar o equilíbrio da carga de trabalho e de suas responsabilidades, juntamente com atividades que lhes proporcionam uma sensação de bem-estar e prazer. Quando há um desequilíbrio no que estamos dando ao mundo e no que estamos levando para nós mesmos, é quando nossos recursos psicológicos se esgotam.“ — Elena Toroni

5. Monte e siga uma rotina do sono que funcione para você

“Ter uma boa noite de sono [regularmente] é vital; a privação crônica do sono é um grande problema, especialmente para quem trabalha até tarde ou sente que está sempre ocupado“ — Joanna Konstantopoulou, psicóloga
Quer você durma 6 horas ou 10, é importante que você respeite os limites do seu corpo. O sono é importante para que nosso corpo descanse e recupere suas energias. Lembre-se, que cada pessoa é única e não é porque uma pessoa é funcional com 5 horas de sono que você também seja.
“Simplesmente perder uma ou duas horas regularmente pode ter um impacto significativo em sua mente e bem-estar. ” — Joanna Konstantopoulou, psicóloga
Tá aí, 5 dicas para tentar fazer de 2020 um ano mais feliz :)
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2019.04.20 04:05 roybatty_2049 Me sinto completamente desconectado da minha família. Não consigo lidar com como tudo mudou desde a chegada do meu padrasto

Olá, Brasil.
Sou lurker aqui do grupo há um tempo e, no meio de tantos desabafos com os quais esbarro aqui, decidi fazer o meu também. É algo que me deixa envergonhado e só dividi com uma ex-namorada que tive (com a atual nunca comentei) mas que me machuca bastante por razões estranhas. Bem, vou começar pelo fato em si: eu me sinto completamente separado da minha família, que eu vejo hoje como completamente irreconhecível e da qual não consigo me sentir parte de forma alguma. A culpa disso é do meu padastro, que não fez absolutamente nada de errado. Na verdade, ele é um cara bem maneiro, segundo a percepção geral. Até minha. E eu tenho total noção de que essa ausência de qualquer sensação de pertencimento é mais minha do que de qualquer outra pessoa.
Vou contar a história de forma cronológica, para vocês compreenderem.
Minha mãe e meu pai me tiveram bem jovens, ambos tinham 20 e poucos anos. Combinada, a situação financeira dos dois não era ruim. Meu pai e minha mãe passaram para concursos públicos de nível médio com salários de classe média quando tinham 19/20 anos. Como conseguiram essa estabilidade financeira jovens, decidiram casar. Meu pai biológico tinha um emprego melhor, minha mãe tinha um com uma remuneração menor como assistente administrativo.
Só que, quando eu tinha 2 anos (ela 23, ele 25), eles se separaram. Não foi uma separação amigável, na verdade foi bem caótica. Meu pai começou a fazer faculdade de Direito e o acordo na casa foi de que, uma vez terminada a faculdade dele, minha mãe faria um curso superior. Os dois fazendo trabalho + faculdade ao mesmo tempo não tinha condição, até porque tinham um filho.
O problema é que o casamento desandou. Meu pai traiu minha mãe, depois não cumpriu esse acordo de deixá-la fazer faculdade e ficava postergando, arrumando desculpas. Com o diploma de Direito, ele eventualmente conseguiu passar em um concurso bem melhor e com um excelente salário. E se divorciou da minha mãe tão logo recebeu a notícia de que tinha passado no concurso.
Houve um acordo para pensão de forma informal, mas meu pai vivia o descumprindo, atrasava. Dava um jeito de humilhar minha mãe sempre que faria o pagamento. Isso fez com que ela desistisse de cobrá-lo e eu tive uma infância bem braba: mãe trabalhando, dinheiro escasso, meu pai completamente sumido e a família da minha mãe é muito pequena, então tinha pouca gente para ajudar na criação. Minha mãe é filha única, minha vó materna tem uma saúde extremamente frágil já há algum tempo e meu avô materno a abandonou. A família do meu pai e meu pai nunca mostraram interesse na gente, era como se a gente fosse um acidente de percurso.
Minha mãe ganhava pouco, mas ao menos tinha a estabilidade de um serviço público. Por isso, conseguimos morar numa casa que fica na entrada de uma comunidade extremamente violenta na cidade onde vivemos, tinha uma boca de fumo braba a literalmente 200 metros da minha casa. Não dava para brincar na rua nem nada, nem tinha play.
Criança é criança, então na escola até que minha vida era tranquila. Mas, em casa, minha vida era muito ruim. Minha mãe tentava equilibrar o trabalho full-time comigo, então a casa vivia sempre bagunçada, a alimentação era ruim e não havia luxo. Era uma casa de um quarto só, então nem privacidade rolava direito e eu dormia na sala ou com a minha mãe no quarto. Tudo na casa era meio velho e eu sempre tinha a sensação de que morava numa casa inacabada.
Não faltava comida, mas o resto era bem escasso. Ganhava muita coisa de segunda mão, não tive videogame ou PC, não tinha muito programa na rua porque a grana era pouca e no bairro onde a gente morava as opções públicas eram muito ruins. Minha mãe tinha depressão. Na época, eu não entendia, mas hoje fica bem claro para mim. Várias vezes eu via ela chorando antes de dormir, ou sem forças para fazer nada o dia todo. E ela engordou bastante nessa época.
Essa merda toda me fez ter um carinho enorme pela minha mãe. Eu fiz questão de aprender a lavar louça, cozinhar, ir no mercado e na escola sozinho. Já com uns 10/11 anos, eu era mais independente do que muitos amigos que eu tenho hoje em dia. E isso fez a gente ficar muito próximo como mãe e filho. Não vou mentir, a nossa vida era bem triste, humilde e solitária. Mas nós tínhamos um vínculo de proximidade muito forte e eu me sentia na responsabilidade de tirar ela desse buraco, de ajudá-la.
Aí vem o plot twist inesperado, meu padrasto.
Meu padrasto conheceu minha mãe na adolescência, eles foram amigos por uns anos e depois do segundo grau acabaram perdendo contato completamente. Eles se esbarraram por acaso resolvendo problema em cartório. Ele quis se aproximar, os dois começaram a trocar mensagens pela internet (sim, na época inda era Orkut e MSN) e engataram um relacionamento.
Preciso aqui inserir um parêntese para que vocês entendam que tipo de pessoa é o meu padrasto. Estou falando de um cara bem inteligente, com quase 1,90 de altura, forte para caralho e rato de academia, só que mais calmo do que um monge tibetano e bem sucedido financeiramente e profissionalmente (não era ricaço nem nada, mas tinha uma vida bem confortável). Quando ele aparecia para pegar a minha mãe na nossa rua, parecia que um ator de TV tinha aparecido, a vizinhança inteira parava para vê-lo. Eu mesmo ficava chocado com a situação de tão estranha que era.
Até porque a mulher por quem ele estava nitidamente apaixonado era a minha mãe. Uma mulher bem acima do peso, deprimida, com um emprego ferrado e que morava na entrada de uma comunidade, mãe solteira. Não estou falando que ela não merecia ele ou coisa do tipo, mas era uma situação muito peculiar.
Eu sempre ficava esperando que ia dar uma merda muito grande. Que a gente ia descobrir que ele é um agiota (e eu sabia o que era um agiota porque um vizinho nosso se meteu com um e não foi bonito), um bicheiro, um golpista, qualquer coisa do tipo. Mas não. O cara era realmente aquilo tudo.
Quando o relacionamento ficou mais sério, foi a vez da pequena família da minha mãe e seu círculo de amigas no trabalho ficarem apaixonadas por ele. Todo mundo queria saber mais sobre ele, todo mundo queria conhecer e bater um papo, todo mundo queria pegar dicas de exercício e alimentação, todo mundo queria ouvir a opinião dele sobre alguma coisa, política, negócios. Era bizarro, eu acho que nunca vi alguém cativar tanta gente com tanta facilidade antes.
Eu gosto de comparar ele ao Gastão da Bela e a Fera, só que um bom Gastão, obviamente. Todos esses anos com a minha mãe, eu não vi praticamente nada que o desabonasse, muito pelo contrário. Ele ate ajudou muito ela. Ela recuperou a auto-estima, começou a praticar exercícios físicos, emagreceu e parecia ter rejuvenecido. Sério, minha mãe com 35 tinha cara de 50. Minha mãe com 39 tinha cara de não ter 30. Chega a ser chocante ver as fotos (e meio chato começar a conviver com amigos que acham sua mãe gostosa, mas isso é outro problema).
Ele até tentou, de maneira bem tranquila e respeitosa, se aproximar de mim. Eu tava no meio da adolescência e até deixei no começo, mas eu continuava achando quela situação muito estranha, continuava vendo aquilo como uma intrusão. Eu gostava dele, mas tudo parecia meio irreal.
Aí veio a merda: eu passei para uma faculdade em outro estado.
Nesse período de pouca conexão com a minha família, a sensação foi de que essa sensação de estranheza só aumentou.
O sonho do meu padrasto era ter filhos. E eles tiveram duas meninas. Se mudaram para um belo apartamento em um bairro de classe média alta da cidade. Minha mãe abandonou o emprego público dela e passou a administrar uma franquia que ele comprou para ela. E muito disso rolou enquanto eu estava fora. Toda vez que eu voltava para casa, parecia que tinha rolado uma revolução.
Adendo importante aqui: talvez chamem isso de frescura racial, mas vamos lá. Meu pai era negro, minha mãe parda ou morena clara, como preferirem. Eu sou negro. Meu padrasto é branco em outro nível de brancura, as duas filhas que ele teve com a minha mãe são bem brancas também. Pode parecer besteira, mas isso aprofunda ainda mais essa sensação estranha de não pertencimento. Eu me sinto o cara negro que caiu de para-quedas na casa de uma família de comercial de margarina.
E às vezes eu tenho a sensação de que o meu passado não existiu. Todo esse período de infância e boa parte da adolescência - de perrengue, de roupas herdadas de terceiros, de ir num mercado fodido sozinho enquanto minha mãe tava no trabalho, de ter a luz cortada algumas vezes, de nunca sair com os amigos da escola, de ter só minha mãe como companhia, de viver num bairro quebrado - parece que não aconteceu. É algo tão distante que parece um sonho mesmo.
No meio disso tudo, eu voltei para a nossa cidade depois de terminar a faculdade já tem um ano e me sinto completamente não-pertencente a minha casa. Eu mal reconheço a minha mãe (que agora administra muito bem essa pequena franquia, virou crossfiteira e tem uma animação de outro mundo), minhas irmãs me viram pouco até agora porque passei a maior parte do tempo em São Paulo, e meu padrasto, apesar de sempre tentar se aproximar, parece essa figura que "causou" tudo isso.
Eu não sou idiota nem mesquinho, eu sei que ele é um cara maneiríssimo, trouxe felicidade para a minha mãe, ajudou ela a se reencontrar e é bem correto. Mas, ao mesmo tempo, eu tenho sempre a sensação de que ele roubou minha família de mim. Que parte da minha identidade se perdeu quando minha família se tornou algo completamente diferente com o que eu estava acostumado.
Eu me sinto extremamente frustrado de não ver minha família como família, e sim uma mãe que mal reconheço, um padrasto do qual não sou próximo e duas meninas que parecem viver uma vida completamente diferente da que eu vivi e que possivelmente vão passar pouquíssimos perrengues na vida.
O tempo todo, eu só penso em meter o pé de casa, mas sei que isso não vai resolver tudo. Mas eu queria muito ver a minha família como um ninho, como conforto, como um lugar onde você vai quando tá com problema ou para desabafar. Mas hoje eu me sinto completamente desconectado deles, o que me deixa puto, triste, vazio e frustrado.
E o pior de tudo: eu sei que eu estou errado. Mas eu sinto que roubaram a família que eu tinha. E nem preciso dizer que o almoço de hoje em família só aprofundou mais isso.
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2018.01.30 11:52 abacateatomico Essa nossa falsa meritocracia e a sensação de estar sendo esmagado pela vida

Eu venho de uma família bem humilde e trabalho desde os 18 anos, assim que saí do segundo grau. Passei para uma federal logo no primeiro vestibular e conciliei trabalho/estudo nos três primeiros anos, nos dois últimos alternava entre estágios e faculdade. Saí da faculdade empregado e estou assim até hoje.
Eu sei que muita gente vai dizer que estou reclamando de barriga cheia. Eu tô no mercado de trabalho desde 2004 sem nunca ter ficado desempregado. O único período em que não trabalhei foi em um intervalo de troca de empregos que durou quatro meses (recebi convite para trabalhar em outra empresa, mas a vaga foi suspensa temporariamente na última hora e acabei tirando esse sabático de quatro meses com a garantia de que a vaga seria reaberta em breve). E acho que fiquei um mês de bobeira em casa entre dois estágios lá pra 2008. E só.
Eu não ganho mal para os padrões brasileiros, pelo contrário. Apesar dos meus rendimentos terem caído um pouco com a crise, eu ainda faço um dinheiro legal. Mas caralho, eu estou estafado e cansado de ver gente com mais possibilidades avançar enquanto eu basicamente só trabalho.
Os casos desses meus colegas ou conhecidos que conseguiram galgar coisas novas são dos mais variados. Um dos meus estagiários de quando eu comecei a carreira quis fazer um concurso da Petrobras que abriria no fim daquele ano. Eu falei para ele do concurso, dei umas dicas e compartilhei material com ele. Só que fui promovido na época e minha agenda foi para a casa do caralho, trabalhando em um ritmo brutal. Desisti do concurso, ele não. Como era de uma família abastada do Rio, se demitiu do emprego, terminou a faculdade nas coxas (estava no último período) e os pais dele o sustentaram um ano e meio para se dedicar exclusivamente ao concurso. Passou e hoje vive uma vida extremamente tranquila e com excelente qualidade de vida devido às facilidades de trabalhar em uma estatal/serviço público.
Essa história se repetiu de forma quase idêntica uns dois anos depois, só que em um concurso do TRE. Uma menina que era minha subalterna se demitiu para se dedicar exclusivamente ao concurso e eu, tendo que trabalhar para ter alguma renda e ajudar meus pais, continuava sendo a locomotiva no trabalho. Sem menosprezá-la nem um pouco, até porque acho ela foda, mas eu tinha tanta ou mais condição do que ela para fazer aquele concurso, se tivesse como me dedicar. Ela passou, eu não.
No atual emprego, uma das nossas funcionárias decidiu que ia se dedicar ao mestrado. Largou tudo, terminou o mestrado, engatou um doutorado e já está dando aula em faculdades particulares com um conhecimento bem inferior ao meu sobre a profissão (ela mesmo admite e vem tirar dúvidas comigo às vezes, já dei palestras para as turmas dela algumas vezes).
A sensação que eu tenho o tempo todo é que as limitações que a pobreza impõe sedimentam minhas chances de crescimento. Hoje eu sou casado, minha esposa trabalha em um ramo muito instável e preciso ajudar meus pais porque a aposentadoria do meu pai é um pouco maior do que o salário mínimo e os custos deles com saúde são altos. Eu não posso me dar ao luxo de parar. Até juntei um bom pé de meia, já que sou um cara comedido com grana, mas os custos fixos que e tenho com família/casa são bem complicados.
Eu tenho um conhecido que vive uma situação muito semelhante. Meu cunhado tem uma história de vida parecida com a minha: o pai é autônomo e a mãe era dona de casa. O problema é que o pai dele ainda não é aposentado, teve um derrame e está em fase de recuperação. Os pais dele têm renda zero no momento e ele se vê obrigado a sustentar duas casas ao mesmo tempo.
É um maluco que ganha muito bem e excepcionalmente dedicado ao trabalho, mas que hoje se sujeita a um estilo de vida extremamente precário para manter as duas casas. Para manter o salário, ele trabalha longe de onde mora e basicamente sai de casa às 7h da manhã e chega 21h30. Ele ganhou peso de forma absurda por conta dessa rotina descabida. Se quisesse, ele podia se movimentar para trabalhar perto de casa, talvez seis horas por dia e sustentar a própria família com folga, mas o fato de ter uma origem humilde e a situação dos seus pais complica bastante as coisas.
Quando escuto as pessoas falarem sobre meritocracia, sobre dedicação, sobre "você vai longe, se acreditar", rola uma explosão nuclear dentro de mim. Eu olho ao meu redor várias pessoas em situações parecidas comigo. Origem humilde, primeira pessoa na família a fazer faculdade, pouco suporte familiar ou capital humano na família e vejo um quadro muito comum nelas: financeiramente estão ok ou até bem, mas geralmente em troca de condições de vida muito ruins.Trabalham longe de suas casas, jornadas de trabalho extensas, empregos duplos, ajudando os pais.
Quando você não tem um colchão familiar e a segurança de uma família estruturada financeiramente para poder dar um tempo a si próprio em busca de aprendizado, desenvolvimento ou novas oportunidades, você não tem chance de arriscar. Você só trabalha em busca do salário do mês seguinte e se fode, corre que nem um condenado para manter a cabeça acima d'água. E muitas vezes você até consegue manter a cabeça bem acima d'água e ganhando bem, mas sabe que qualquer deslize e o tombo é bem maior do que de uma pessoa oriunda de uma família abastada ou de classe média/média alta.
Me desculpem o longo desabafo, mas cheguei a um ponto em que estou quase surtando. Tenho um emprego e "meio" (um freela que faço um antigo cliente) que tem feito minha vida ganhar uma dinâmica militar quase ridícula, algumas semanas me pego dormindo 4 ou 5 horas por noite e praticamente sem tempo para aproveitar as coisas que conquistei. Sem contar que aos finais de semana é pura exaustão, a vontade é de nem se mexer.
Pau no cu de quem acredita em meritocracia e acha que as pessoas vivem em condições iguais, que tudo é fruto do esforço próprio, que é só se esforçar mais. E ainda me irritam mais quando me usam como exemplo. "Olha lá ele, veio de uma família pobre e hoje tem grana". Grana significa muito pouco quando você não tem tempo para se dedicar a você mesmo e ao seu crescimento por conta das circunstâncias que a vida lhe impõe e a falta de suporte ao seu redor. E grana significa menos quando muitas pessoas ao seu redor dependem dela ou de você.
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2017.11.11 07:06 tombombadil_uk Today I fucked up: a estranha sensação de reencontrar um amor do passado 12 anos depois

A quem possa interessar, agora tem uma parte 2: https://www.reddit.com/brasil/comments/7cq1rk/today_i_fucked_up_a_estranha_sensa%C3%A7%C3%A3o_de/
Reencontrei uma pessoa muito querida para mim ontem de maneira completamente randômica. É um caso tão bizarro que não sei para quem desabafar, já que esse "relacionamento" que eu mantive há 12 anos não chegou a ser sequer um relacionamento e nunca contei dele para ninguém. Esperei a esposa dormir, sentei e escrevi um conto. Fiz uma trash account para jogar isso aqui.
Desculpem o desabafo longo, mas foi o lugar que encontrei para soltar isso.
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Aconteceu no fim de tarde de uma sexta-feira quente. A cidade impaciente se esvaía para casa nos ônibus e metrôs lotados, a onda de calor de novembro apertando o passo de quem só queria o refúgio caseiro. Saí do metrô da esperando encontrar uma noite fresca, mas fui pego no pôr-do-sol atrasado do horário de verão. Passara o dia fora do escritório em um evento extremamente técnico e só queria desligar a cabeça. Estava bem vestido, mais do que o de costume. As calças jeans escuras relativamente novas, a blusa social quadriculada que usava quando queria se arrumar – mas nem tanto – e a bolsa de couro recém-comprada para ter um ar mais profissional nesses eventos externos.
Me sentia bonito, sentia até que minha barba reluzia ao pôr-do-sol. Ridículo, né? Um pouco de contexto: sempre fui uma pessoa acima do peso e havia acabado de registrar a perda de 32 quilos e indo à academia diariamente. Como qualquer um que foi gordinha a maior parte da vida, eu estava me sentindo muito bem. Por isso, peço que sejam indulgentes comigo. Até porque esse fato é relevante para a história.
Caminhando pela praça em direção ao ponto do ônibus que me levaria para casa, me desvencilhava dos ambulantes peruanos e suas bolsas falsificadas, dos entregadores de folhetos do sex shop de uma galeria ali perto – frequentadores fiéis da praça desde que eu me entendo por gente e provavelmente responsáveis por um número considerável de árvores derrubadas para fazer seus folhetos nessas décadas – e dos estudantes, que tanto pareciam carecer de pressa. Naquela multidão de gente, me surpreendi por notar alguém que me mirava de cima a baixo logo à minha esquerda.
No começo, não me virei. Julguei ser uma daquelas ilusões que a gente tem no canto do olhar. Três, quatro, dez passos. A pessoa continuava ao meu lado e me olhando atentamente, não sobravam dúvidas. Virei o rosto e dei de cara com ela.
Eu gosto muito de ler, mas não sei se já achei na literatura algum trecho que mostre o quão chocante é reencontrar um amor perdido depois de tantos anos. Ela entrou pelos meus olhos e me atravessou por inteiro, trouxe de volta as memórias que já julgava mortas e enterradas havia muitos anos. Por dentro, eu me senti despedaçado, como se tivesse estourado um balão há muito tempo comprimido no canto do subconsciente. Eu lembrei das manhãs que passava com ela, do dia em que ela me deu um CD do Linkin Park, de quando fui embora sem me despedir e não cortei o relacionamento – tosco, incompleto e desajeitado – que nós mantínhamos.
O choque seria menor, certamente, se não houvesse uma tristeza tão cristalina em seus olhos. Ela rapidamente virou o rosto e apertou o passo, mas eu fiquei ali atrás com aquela imagem fixa na memória. Me permiti olhá-la por inteiro enquanto avançava à minha frente. Não por desejo, mas por saudade. Saudade da pele morena, do cabelo ondulado que lhe descia pelas costas da mesma forma que fazia há mais de uma década. E saudade dos olhos de arteira que ela tinha, dos quais eu só lembrei depois de vê-los tão melancólicos. Nos conhecemos no fim do segundo grau e começo da faculdade, não éramos mais crianças. Mas os olhos dela sempre me encantavam: pareciam os olhos de alguém que está ansioso e animado ao mesmo tempo, o olhar de criança que está prestes a fazer merda e sabe disso.
Por sorte, ela seguia na mesma direção do ponto de ônibus e eu a seguia com meus olhos. Não tive forças para cumprimentá-la, a vergonha falou mais alto. Ela também não quis fazê-lo e foi fácil entender porque. Ela envelhecera bem mais do que eu esperava. Tínhamos a mesma idade, eu e ela, mas lhe daria uns dez anos a mais do que eu sem pensar duas vezes. Ganhara peso, o rosto e o cabelo pareciam maltratados, a roupa era desleixada. Nenhum julgamento aqui, quem não teve seu dia de ‘foda-se o mundo’ que atire a primeira pedra. E mesmo assim fez o meu coração parar. E mesmo assim eu só queria correr para perto dela e dizer oi.
Eu e ela éramos criaturas estranhas. Nós dois vínhamos de famílias de classe baixa, nós dois estávamos em um curso de inglês pago por algum parente mais rico, nós dois começamos a trabalhar cedo, nós dois éramos excelentes alunos, nós dois fazíamos parte daquela onda de rock do começo dos anos 2000 que incluía Linkin Park, Evanescence, System of a Down e algumas outras bandas que estavam na moda na época.
Começamos a nos aproximar quando contei para ela que queria fazer XXXXX (carreira omitida). Ela também queria, por isso passamos o ano anterior ao vestibular trocando dicas, comentando provas e trocando confidências no fim da aula de inglês. Eu fazia questão de levá-la para casa todos os dias após o fim da aula de inglês e nós acabamos ficando muito próximos. Só tinha um detalhe: eu e ela éramos comprometidos. Eu namorava uma colega de escola há pouco menos de um ano e era perdidamente apaixonado por ela, apesar dela ter se tornado uma companheira extremamente abusiva ao longo do relacionamento e termos nos separado. Ela namorava um amigo de infância, tinha tudo para crer que ela também era apaixonada por ele e estava prestes a se casar dali a um ano e meio. Sim, ela casou-se ridiculamente cedo, com apenas 20 anos e teve dois filhos logo depois, pelo que eu ficaria sabendo mais tarde por acidente. Nesse período de cerca de dois anos, mantivemos esse relacionamento estranho que eu sequer sei como classificar. Recém-chegados no curso achavam que éramos namorados, apesar de nós nunca nos abraçarmos, andar de mãos dadas ou coisas do gênero. Os alunos que estudavam conosco há mais tempo e já tinham visto nossos verdadeiros namorados achavam apenas que colocávamos chifres neles. Nós nunca fizemos absolutamente nada. Não houve beijo, não houve cabeça no ombro, não houve mãos dadas. Fisicamente, nunca houve nada. Mas havia ali uma cumplicidade quase criminosa, olhares mais longos do que o necessário, um quase que jamais se tornava realidade. Talvez esse carinho fosse fruto de sermos tão parecidos e termos origens tão similares.
Mas tudo acabou sem aviso. Em um intervalo de meses, sofri um duplo revés. O parente que pagava o meu curso descobriu que estava com câncer e seus custos com saúde aumentaram drasticamente. Eu já estava trabalhando e podia pagar, mas perdi o emprego no mesmo semestre. Tudo aconteceu em um intervalo de um mês, em janeiro, e eu não pude voltar ao curso para o semestre seguinte. Era uma época diferente. As redes sociais não eram tão onipresentes (eu tinha meu bom e velho Orkut, ela achava rede social bobeira) e não havia Whatsapp. E algo em mim insistia em dizer que era errado ligar para ela, que era ir longe demais. Então eu sumi da vida dela sem aviso, sem dar satisfação. Simplesmente não me matriculei no curso e jamais toquei no assunto com ninguém, nem com meus amigos mais próximos. Doeu – e doeu muito – mas eu deixei a vida sedimentar tudo aquilo. Eu ganhei peso, meu relacionamento com aquela namorada não andava bem. Naquele momento, eu só queria sumir e não ver mais ninguém. E aquela saída brusca acabou me ajudando nesse sentido. Some aí a baixa auto-estima. Eu nunca achava que uma mulher estava dando bola para mim até elas praticamente se jogarem no meu colo. Quase todas as mulheres com quem saí tiveram a iniciativa ou deixaram bem claro que queriam alguma coisa, sempre fui lerdo ao extremo para flerte. E perdi grandes oportunidades por conta disso, mas isso é passado e não me causa dor, só uma risadas. Exceto nesse caso.
De lá para cá, soube pouco dela. Descobri por um grande acaso que ela teve dois filhos logo após o casamento (Orkut de amigo de um amigo de um amigo que estava no chá de bebê do segundo filho dela, rs). Também vi que ela não passou no vestibular para a carreira que escolhemos, senão seria mais fácil encontrá-la. O curso era bem concorrido e ela não passou duas vezes. Na terceira, já estava com filho e casada, então não avançou. Esbarrei com ela enquanto estava grávida do primeiro fazendo compras no mercado com o marido. Nesse dia, eu estava acompanhado de vários amigos, completamente bêbado e indo para uma festa na região boêmia da cidade. Trocamos um olhar meio constrangido nesse dia, nada mais. Tinha uma mágoa bem nítida nos olhos dela, mas eu ainda relutava em acreditar que eu significava muita coisa para aquela menina. Eu só iria me tocar anos mais tarde que eu, apesar de estar fora dos padrões de beleza, recebia sim atenção do sexo oposto.
Agora avançamos 12 anos no futuro. Cá estou eu, perdido, olhando para uma mulher que teve um relacionamento tão tênue e tão profundo comigo ao mesmo tempo. Ela parou e entrou em uma loja de sapatos em frente ao ponto de ônibus para o qual eu estava indo e, mesmo pela vitrine, trocamos alguns olhares demorados. Eu queria chegar perto, eu queria dizer oi, eu queria chamá-la para jantar. Mas, no auge dos meus 30 e poucos anos, eu me senti um adolescente envergonhado de 17. E uma voz bem clara ecoava na minha cabeça: “você é casado, você tem um casamento muito feliz e você nunca traiu sua esposa e nenhuma das suas outras ex-namoradas. Você não vai começar a fazer merda agora”.
E se eu fosse dar um oi, serviria de quê? Requentaria um amor adolescente que provavelmente só faria mal a nós dois? Reviveria a mágoa daquele adeus decepado, sem dar a menor satisfação? Tudo isso só transformava minhas pernas em âncoras que meus olhos teimavam em ignorar. Ela saiu da loja e, pela primeira vez naquele fim de tarde, me olhou de forma direta. Sem aquela desviada de olhar que vem um par de segundos depois, sem aquela sensação de acidente ou constrangimento. Nos encaramos por um período que, me perdoem o clichê, parecia uma eternidade. Eu sabia que aquela era a minha deixa para chegar mais perto, mas eu não fui. Ela me deu as costas e sumiu na multidão, provavelmente para sempre. Meu coração ficou ali perdido, sem saber como era possível lembrar-se de tanta coisa em tão pouco tempo.
Sentado no ônibus de volta para a casa, as memórias vinham em atacado. O dia em que ela fez uma cópia do Hybrid Theory e me deu de presente de aniversário. A vez em que eu ganhei de um amigo meu um chaveiro do Nirvana e, quando ela foi pegar para ver, sem querer seguramos as mãos por uns segundos que pareciam compreender toda a história da humanidade. Quando levei meu discman para o curso e a gente escutou junto um álbum do System of a Down no ano em que lançaram Hypnotize e Mezmerize.
É triste a vida ser tão curta, eu concluí. Tem tanto amor para se viver, tanta história que poderia se escrita a dois que nós nunca vamos conhecer. Tanta coisa inesperada que acontece num fim de tarde sem propósito, tanta coisa que a gente deixa de perceber e que acontece porque você notou alguém no canto do seu olho. E eu, muito provavelmente, nunca mais vou vê-la. Se eu tivesse a oportunidade de reviver esse momento, eu não sei o que eu faria. Chamava para tomar um café e pedia desculpa por nunca ter falado que eu era perdidamente apaixonado por ela e que vivia um relacionamento conturbado com uma companheira abusiva, mas que a baixa auto-estima me impedia de agir? Diria que havia praticamente esquecido que ela existia nos últimos 10 anos, mas que bateu um misto de culpa e carinho enormes tanto tempo depois? Não acho que nada disso valeria a pena.
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